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Looks: Mi Casa Su Casa

Hey!

Blusa: Freesurf
Short: no boundaries
Calça: DLZ
Tênis: All Star Converse
Sapatilha: Dakota








Filme: Deus Não Está Morto

Hey!

Eu sei que muitos de vocês conhecem nomes como Shane Harper e Kevin Sorbo, mas Deus Não Está Morto não é um filme muito popular. Pelo menos não no Brasil. Então, onde foi que eu encontrei este filme? Na loja do Google Play. O filme estava em destaque e o nome chamou-me a atenção. Mas a sinopse foi que me fez querer ver o filme.
"Quando o jovem Josh Wheaton (Shane Harper) entra na universidade, ele conhece um arrogante professor de filosofia (Kevin Sorbo) que não acredita em Deus. O aluno reafirma sua fé, e é desafiado pelo professor a comprovar a existência de Deus. Começa uma batalha entre os dois homens, que estão dispostos a tudo para justificarem seus pontos de vista - até se afastarem das pessoas mais importantes para eles."

O filme ganhou apenas uma estrelinha da crítica do site Adoro Cinema. O blogueiro Hermes C. Fernandes também fez uma crítica ao filme, intitulada "Deus Está Morto de Vergonha" Recomendo que leiam estas crítica (e os comentários), pois há muitas partes com as quais eu concordo, e muitas que não concordo...
Sim, Deus Não Está Morto é um filme cristão. Mas se você for analisar, também é um ótimo filme. Não pela crítica de outras religiões ou de vários outros pontos que o fazem parecer uma piada em comparação ao que você espera após ler a sinopse, mas porque deixa várias mensagens e nos faz pensar que se tivermos fé as coisas darão certo. O final é decepcionante, sim. Se você é ateu, provavelmente vai assistir ao filme e odiará o final (assim como eu, que sigo a doutrina espírita).
Sinceramente, após assistir ao filme contínuo com a minha crença e a minha opinião, que no contexto do filme seria: "Deus está morto". Mas se você for analisar como um cristão, o filme é ótimo, pois é um filme cristão. Você não pode querer que um cristão assista a um filme ateu e o ache maravilhoso, porque isso não vai acontecer. É claro que aqueles que seguem outras crenças no filme são retratados de uma maneira ruim, mas, acredito, que este é o ponto de vista dos cristãos.

Enfim, acredito que a mensagem que o aluno e o professor deixam é que não importa a sua crença, você não pode forçar as outras pessoas a acreditarem nela. E se você acredita em algo, lute por isso.

O diálogo que mais me marcou é um dos últimos entre professor e aluno, onde o aluno pergunta ao professor se ele odeia Deus e o professor responde que sim. Então o aluno pergunta: "Como o senhor pode odiar alguém que nem existe?"


Porque não somos todo mundo!

Hey!
Sei que muitos já ouviram, principalmente da mãe, a frase "você não é todo mundo". E, confesso, que concordo totalmente com isso. Não somos todo mundo. Somos diferentes, e por isso que a cultura dos povos é diferente. Por isso existem várias religiões, vários partidos políticos, várias profissões, vários tipos de cabelo, etc...
Já pensou como seria chato este nosso mundo se fossemos todos iguais?
Todo mundo assistiria aos mesmos programas de TV, todo mundo teria a mesma profissão, todo mundo usaria as mesmas roupas e todo mundo teria a mesma cor favorita.

Mas não somos todos iguais, ainda bem!
E, por não sermos todos iguais, que existem as opções sexuais. No plural! Não é todo mundo que é hétero e não é todo mundo que é homossexual. Você não pode dizer "Todos os guris que se vestem de tal forma são gays" ou "toda guria que usa short curto é puta"... Porque não somos todo mundo. Essa coisa de dizer que todo mundo é isso ou aquilo é o mesmo que generalizar, e sempre, repito SEMPRE, há exceções!
Somos livres para amar quem quisermos, para sentirmos atração sexual por quem quisermos e para expressar isso como quisermos.

Não somos todo mundo. Porque ser todo mundo é não ter personalidade.

Abaixo estão três imagens (do Tumblr) de exemplos de amor e carinho. Sentimentos que nem todo mundo é capaz de sentir!



Eles Estão Destruindo-nos

Pelo título, talvez, você espere algo meio "ficção científica". Bem... Na verdade isso é sobre a nossa vida real. E se você é fã de ficção científica e não quer terminar de ler este texto só porque é sobre a vida real, peço-lhe que reconsidere. Leia este texto até o fim, e então diga-me se estou certa ou errada.
Se você acompanha os telejornais, então sabe que os impostos estão ficando mais altos. Coisas sobre educação e trabalho estão mudando... Mas o que não muda é a ganância humana. Se tem um pouco de poder, quer mais. Se conseguiu um pouco de dinheiro, quer mais. E, sinto em lhe dizer meu caro leitor, mas eles estão destruindo-nos. Estão fazendo de nós escravos. E estamos aceitando isso sem contestar. A ganância deles está matando-nos. E nós estamos morrendo sem lutar.
Eles roubam-nos a cada segundo. Tiram nosso dinheiro, e por consequência fazem com que matemos uns aos outros, só para conseguir mais dinheiro para dar a eles. A felicidade das pequenas coisas está sendo roubada de nós, pois a tristeza em não conseguir pagar as contas em dia está cada vez maior em nossos seres.
Estamos sobrevivendo. E com muito custo, devo acrescentar.
A ganância deles está destruindo-nos. E destruindo eles também. Pois a ganância envenena a alma. Tenho pena das almas deles. Pois, enquanto eles destroem as nossas chances de viver (fazendo com que, apenas, sobrevivamos), estão destruindo suas almas.
São tão ignorantes a ponto de achar que são pessoas boas! Mas tenho que dizer-lhe: pessoas que praticam o mal, são más pessoas.

"Na terra há o suficiente para satisfazer as necessidades de todos, mas não para satisfazer a ganância de alguns."
- Mahatma Gandhi

Liberdade de Expressão - "Je suis Charlie"

Hey!
Eu sei que deveria ter postado sobre este assunto antes, mas é que realmente fiquei pensando muito no que dizer neste post. Vocês devem ter ficado sabendo dos ataques terroristas que aconteceram na França, e de todas as manifestações que se seguiram. A frase "Je suis Charlie" (Eu sou Charlie) foi o modo como as pessoas encontram de expressar apoio ao jornal francês, famoso por publicar charges polêmicas. 

Se você postou a frase "Je suis Charlie" ou "Eu sou Charlie" ou "Ich bin Charlie" ou "I am Charlie" ou em qualquer outra língua, espero que você realmente saiba o que estava apoiando. Porque quando você diz que é Charlie, você está dizendo que apoia este jornal. Eu apoio a liberdade de expressão. Não fui nenhum pouco a favor do que aconteceu na França, porque quado você mata por causa da religião, você está mostrando ao mundo o quão ignorante você é. Ninguém merece morrer por não concordar com o outro, e ninguém merece morrer por causa de uma piada (mesmo que de mal gosto pela parte de quem a fez).
Conheci as charges do jornal depois que houve o atentado, e tenho que confessar: não gostei muito. E isso sou eu praticando a liberdade de expressão: eu não gostei das charges que vi da Charlie Hebdo. Não me ofendi. Mas talvez muitos tenham, porque (pelo menos as charges que vi) abordavam temas religiosos. E nós sabemos: a religião é capaz de cegar alguém e conseguir mandar na vida dessa pessoa. A religião, muitas vezes, faz de seus seguidores pobres ignorantes que culpam a mesma por seus atos. E quando você "ataca" uma religião, você tem que estar ciente de que muitos podem agir de formas "desumanas" em nome de suas religiões.
Coloco a palavra "desumanas" entre aspas pois a humanidade é algo muito confusa. Uma religião que faz de seus seguidores intolerantes sobre piadas sobre a mesma é desumana, pois aquele seguidor pode vir a atacar/matar.
É claro que não estou referindo-me a toda uma única religião. Pois sabemos que várias são assim, e que só uma pequena parcela de seguidores dessas religiões são tão extremos ao ponto de matar. Porém, no mundo em que vivemos, o terror, a morte, as coisas ruins são muito mais populares do que as coisas boas que a humanidade faz. O mal chama muito mais a atenção, não é? Afinal, você já ouviu alguém falando algo sobre uma boa ação de um islâmico, por exemplo?

No fim, muitos pagam altos preços por praticarem a liberdade de expressão, já que, infelizmente, há pessoas que ainda não aprenderam a praticar a tolerância.






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