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The best "Bud" in the world!

Hey!
Toda foto possui uma história: o motivo, o que aconteceu no momento, etc. Com essas não é diferente. Mas, ao contrário do que alguns pensam, não tem nada ligado a doenças e tristeza. Algumas pessoas costumam retratar seus cachorros e logo no final uma notícia triste: "ele está doente" ou "ele morreu". Mas o Bud não está nem doente nem morto. Ele está feliz e de bem com a vida, e, provavelmente, dormindo. Mas, este é o Bud! E a história por trás destas fotos é bem simples: eu estava com a câmera na mão, o Bud estava ali na minha frente e, então, a ideia me veio. O quanto um cachorro pode amar é lindo e eu gostaria de retratar isso. Mas então, você pode ver um cachorro muito charmoso, dorminhoco, protetor e amoroso.
Atualmente, com quatro anos, essa é a "coisa" mais fofa que eu conheço!



















"Making Off"


Lovers' Shirt

Hey!
Eu não muito coisa sobre estas fotos, além dos nomes das autoras. O projeto foi criado pela fotógrafa Carla Richmond e pela escritora Hanne Steen. Eu conheci o ensaio pelo site Hypeness.
Lovers' Shirt coloca mulheres que acabaram de sair de relacionamentos em frente à câmera vestindo que pertenciam à/ao ex. Assim, elas simbolizavam uma relação que não existe mais. (Isso segundo o site).As fotos capturam diversas emoções, como rejeição, dor, perda, saudade, raiva... Todas elas, meio que, provocadas pela camiseta e por uma conversa com as criadoras do projeto. Todas essas conversas foram gravadas e resultaram em um poema livre (a tradução a seguir foi retirada do site Hypeness):

É como uma bandeira cujo voo eu não posso evitar. Ela me conforta no meio tempo, entre os espaços. É só um pano que eu transformei na promessa de que ele jamais irá embora. Uma espécie de fio comum entre nós. Parte de mim quer rasgá-la. Tantos "e se" e "poderia ter sido" e "deveria ter sido" e "nunca foram". É apenas uma camisa. Ela está lá para mim quando não há mais ninguém. Isso faz com que eu me sinta infantil e cuidada. Isso faz com que eu pareça mais forte do que eu sou. Contanto que eu segure a camisa, ela nunca estará completamente fora da minha vida. Eu a usaria todos os dias se pudesse. Por mais que você construa uma casa em volta ou coloque um anel, tudo ainda é temporário e pode se dissolver, então tudo o que você tem a fazer é amar. Por mais doloroso que seja, nós precisamos nos agarrar em algo. É a prova de que fizemos. De que nós passamos por isso. De que nós aprendemos algo. De que nossos corações foram quebrados. De que nós fomos amados. De que nós não fomos amados o suficiente. Por alguém para quem eu não serei algo a ser esquecido tão facilmente.

Projeto Lovers' ShirtProjeto Lovers' ShirtProjeto Lovers' ShirtProjeto Lovers' Shirt
No site da fotógrafa vocês encontram as 21 fotos.
A autora, Hanne Steen, escreveu em seu site que elas testemunharam a complexidade da experiência humana do amor romântico através do símbolo mundano e universal da camisa de um amante, e a expressão única a pessoa que a usa. Ela também conta que as moças ficaram sentadas por uns dez minutos com seus sentimentos e suas imagens refletidas para elas mesmas. E então a conversa começava, mantendo um espaço seguro para a vulnerabilidade que é desencadeada por este pedaço e tecido. O texto foi montado a partir dos depoimentos dados, para expressar as relações variadas e ao mesmo tempo universais que temos com as camisetas de nossos amantes.Projeto Lovers' ShirtProjeto Lovers' ShirtProjeto Lovers' ShirtProjeto Lovers' Shirt

Com o projeto elas esperam elevar suavemente a pergunta:
O que é universal quando se trata de amor e perda? Quando você tira fora o lugar, história e contexto social, o que resta? O que se conecta? Quais são os pontos em comum?
As autoras conseguiram, com os depoimentos, traçar uma história universal da capacidade humana de amar, perder, e seguir em frente.

Melissas?

Hey!
Pra mim Melissa é tipo Havaianas: não gosto e dói o pé. 
No caso da Melissa ainda faz o pé ficar suado e grudento. Sério, dese pequena eu tenho pavor a estes sapatos. Sem contar que depois de um tempo começa a sair a cor e até a se quebrar. 
Eu sou daquelas que melissa é sapatilha de plástico que faz o pé suar. 
Lembram dos tênis da Xuxa, Xuxinha e SeiLáMaisOQuê? Eu nunca tive. Pelo simples fato de que causam calos, fazem o pé suar são feios. 
Melissa pra mim é sandália/sapatilha de plástico, e não estou sempre me referindo à marca Melissa, é tipo Bombril, ninguém fala esponja de aço.
Não que os modelos sejam feios, eles só não são muito agradáveis. Há modelos que são até fofinhos, mas só de olhar eu já fico pensando no desconforto de usá-los. E acho que é aí que está o sucesso das melissas: os modelos que chamam a atenção. E aquele monte de blogueiras postando as novidades, mas já reparou que elas raramente postam looks com melissa nos pés? É como eu disse no início do post: é que nem Havaianas. Já viu blogueira postando look com Havaianas, sem ser parceira da marca ou receber algo em troca?
E já viram o preço delas? Tem umas que custam mais de R$300,00. É tipo artigo de luxo pra mim. E quem, em sã consciência, dá R$300,00 em um sapato de plástico que não dura? Sinceramente, não entendo.

Eu até poderia colocar fotos de looks com as tais das melissas, mas achei muito poucas fotos, e que não são realmente boas, e a maioria as fotos que achei são de melissas que podem combinar com looks, mas não looks com melissas.

Guerra e Amor

Hey!
"O amor é como a guerra: fácil de começar e muito difícil de terminar"
- Ninon de Lenclos

Em um mundo onde nações vivem em pé de guerra, há lugar para o amor?
Cada vez mais os noticiários mostram o confronto na faixa de gaza, os mortos de uma guerra santa, algum atentado em uma cidade populosa, alguma tragédia em uma escola... Mas a paz? Ah, o que é isso?

Vivemos em bolhas?



Hey!
Se você jogar no Google "vivemos em bolhas" a primeira pagina terá, basicamente, apenas resultados sobre valores imobiliários. Já na segunda e terceira páginas há resultados mistos.
Mas, enfim, o que é essa bolha?
Nada mais, nada menos, meus caros leitores, que a nossa zona de conforto.
E pra que ela serve?
Acredito eu, que para proteger a nós, estúpidos seres humanos. Para não vermos a crua realidade do mundo, nossa crua realidade.
Os seres humanos, infelizmente, são aqueles que mais destroem o lugar onde vivem. São egoístas e cruéis. Mesmo aqueles mais doces. Sim, eu e você somos assim. E sabe o que é pior? Nossas bolhas não nos permitem ver 100% disso.
Não ver a realidade do mundo é o que nos permite viver em paz conosco.
Garanto que você nunca se culpou pelas guerras, pela fome mundial, a escassez de alimentos ou qualquer outro problema realmente grave mas nem tão falado assim nos veículos mais populares de mídia.
Mas, mesmo sem ter consciência disso nós temos culpa. Isso porque se a tivéssemos estaríamos fazendo algo para ajudar a acabar com estes problemas humanitários e mundiais. Admiro muito aqueles que lutam pelo meio-ambiente, pelos que mais sofrem com a fome, entre outros problemas do mundo.
Essa bolha tanto protege, quanto destrói.
Ela ganha muitas rachaduras ao longo do tempo, e na maioria das vezes não há Super Bonder ou qualquer outro tipo de cola que resolva.
Aqueles que saem da sua bolha, provavelmente não suportam. Ou a quebram totalmente ou voltam para ela.
Você já pensou em sair da sua, ou tem medo de quebrar?






Design e código feitos por Julie Duarte. A cópia total ou parcial são proibidas, assim como retirar os créditos.
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