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Contra o Sistema

Hey!
O título do post pode ser "explicado" com a seguinte imagem:
Eu vi essa imagem pela primeira vez quando o Tico Santa Cruz compartilhou em sua página no Facebook. E isso é exatamente o que eu venho tentando dizer. É claro que, hoje, podemos usar a frase, de Matrix, como referência aos eleitores brasileiros.

Eu sei que muitos vão pensar que sou só mais uma adolescente que não sabe nada, que não quer ser "controlada pelo sistema" (mas que essa é só mais uma frase de efeito, de filmes, etc.) ou que só é contra o sistema porque é contra tudo ou coisas do gênero. Eu sei que você pode pensar em mais um monte de frases para caracterizar o meu comportamento diante da política brasileira. Mas aqui vai uma verdade: eu tenho 14 anos, eu não posso lutar pela geração passada, se ela não luta/lutou, não sou eu quem vai fazê-lo. Eu não posso usar o argumento de que no passado as coisas eram piores ou melhores, que eram desse ou daquele jeito. Porque ninguém pode lutar pelo passado. A minha opinião é formada com base no que eu estou vivendo aqui e agora, e não no que já passou. Eu não posso escolher candidato A ou B para apoiar apenas pensando em seus partidos ou no que fizeram para os outros. Me desculpe, mas cada um tem o direito ao voto, portanto eu não posso escolher apoiar candidato A porque ele é melhor para ciclano ou apoiar candidato B porque ele é melhor para beltrano. Eu tenho que escolher apoiar um candidato que é melhor para mim. Eu tenho que analisar as suas propostas e pensar se ele será bom para o país em que eu vivo, para a sociedade deste país ou apenas para uma classe (pobres ou ricos). Me desculpe, mas eu não posso apoiar um candidato apenas com o pensamento de que ele melhorará a vida dos pobres, classe baixa. Assim como também não posso apoiar um candidato apenas com o pensamento de que ele melhorará a vida dos ricos, classe alta. E, sinceramente, ainda não vi nenhuma proposta dos candidatos A e B, que atualmente enfrentam-se para a presidência do país, que favoreça pobres e ricos, classe baixa e alta, nas mesma proporções. Eles gostam muito de falar em bolsa família, bolsa isso, bolsa aquilo, mas e aqueles que não precisam dessas "bolsas" para viver? Será que ele não são lembrados?

Uma coisa que meu pai já me disse várias vezes: "É muito mais fácil comprar o voto de um pobre, que precisa de mil e uma 'bolsas' para viver do que o meu, porque eu não preciso de 'bolsas'. E o meu voto vale o mesmo do que o deles. Portanto é mais barato para o governo comprar o voto deles do que o meu."
E isso é uma verdade, você não pode dizer que não: é muito mais barato e lucrativo comprar o voto de ignorantes, com "programas" ou pesquisas manipuladas, do que conseguir o voto daqueles que possuem escolaridade e/ou conhecimento para saber o que é melhor para um país. Isso porque é muito mais fácil liderar ignorantes do que aqueles que sabem de seus direitos.
Na minha opinião cotas, bolsas, programas e etc. que beneficiam apenas uma parte da população por conta de suas classes sociais ou cor da pele são maneiras de discriminação. Mas muitos pensam que é bom, porque estão sendo beneficiados ou porque "pensam nos outros e fazem o bem" ou qualquer coisa do tipo. E você talvez pense que eu só penso assim porque sou branca, de classe média, que mora em um bom bairro de uma boa cidade e que não é "privilegiado" pelas cotas, bolsas ou programas. Acredito sim que bolsas e programas servem para ajudar as pessoas que necessitam, e que não devem, de forma alguma, ser o único recurso da população de baixa renda ou algo do tipo. Bolsa família deve ser algo provisório na vida de uma família, deve ser algo para dar um apoio por um tempo, para que você use esse dinheiro e o faça voltar para o país. Quero dizer, eles investem esse dinheiro na sua família e você retribuí, mas não com impostos, porque senão você só será mais um "empregado" do governo, e sim com o seu trabalho, com as suas conquistas. Eu também sou uma das "privilegiadas" pelas cotas para estudantes de escolas públicas. E sabe de uma coisa? Não acho justo, pois lá na constituição diz que, independente de cor de pele (raça), religião, lugar onde vive, sexo e etc., somos todos iguais. 

"No fim das contas você vai ver que até as contas estão sendo manipuladas", uma metáfora, que serve para inspirar o pensamento sobre as nossas eleições e a nossa realidade em si. 

Se você não concorda com a minha opinião, só peço que a respeite. Assim como irei respeitar a sua. Mas, por favor, caso queria criticá-la, faça uso de bons argumentos.

Uncovered

Hey!
Pra quem não sabe, "uncovered" significa "descoberto" em português.
Mas este post é sobre o projeto de um fotógrafo chamado Jordan Matter, intitulado Uncovered.
Durante 6 anos o fotógrafo conversou com mulheres de todos os tipos que topassem serem fotografadas com o busto nu. As fotos foram feitas em Nova York, onde nenhuma lei proíbe topless. O projeto serviu para questionarmos o motivo de que homens podem andar por aí sem camisa, agindo naturalmente, enquanto as mulheres, em alguns países, podem até serem presas por tal atitude! Os homens têm total liberdade para andar por aí com o busto nu enquanto as mulheres que ousam fazer isso podem até serem presas no Brasil! E isso é totalmente injusto? Talvez, pois os seios, que foram feitos para alimentar a sua prole, são algo sensual/sexual por culpa da imaginação humana.
Na minha opinião esta é uma questão cultural, pois muitos índios andam por aí nus em suas tribos e ninguém vê nada de errado com isso. Mas, como somos seres humanos evoluídos, temos que andar por aí cobrindo os nossos corpos. Ainda acho que deveríamos ter total liberdade, com o bom senso, para lidarmos com os nossos corpos. Andar por aí com o busto nu é ilegal no Brasil. O aborto é ilegal, a eutanásia é ilegal...
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Playlist - Love


Para inspirar as suas respostas sobre o que é amor!

What is Love?

Hey!
Eu sei que o que as pessoas mais comentam atualmente são política e ebola, entre outros assuntos. Mas não se preocupe, este não é um post sobre essa merda chamada política ou sobre a epidemia de ebola. Por mais que eu esteja com essa enorme vontade de fazer um texto gigante sobre política, eu não irei fazer. Porque, se querem saber minha opinião ou não, se eu fosse votar, votaria nulo. Acho que eu tenho opiniões um tanto fortes demais para serem discutidas, sobre política e religião, com a maioria das pessoas.
E após essa introdução que nada tem a ver com o assunto do post, trago-lhes essa imagem:
"O que é amor?"
Bem, é exatamente isso o que eu quero saber: o que é o amor? Quando é o amor?
Eu quero saber a sua resposta! As mais bonitas, sinceras, inocentes e etc. serão publicadas em post especial intitulado "Amor - O que é? Quando é?" que será publicado aqui no blog em Dezembro.
A ideia partiu de um projeto feito com crianças que você pode conferir no site do Hypeness.
Para participar é só preencher o formulário abaixo. Não se preocupe, pois apenas o seu nome e sua idade aparecerão no post!
Caso não consiga ver o formulário aqui, acesse o link:http://goo.gl/forms/CBsU6gU0Xp

"Eu, modo de usar" - Martha Medeiros



Como todos nós já sabemos quando se fala em crônicas e textos Martha Medeiros é uma especialista das boas. Eu particularmente amo tudo que ela faz, ela é sempre crítica e tem sua própria personalidade muito a favor da realidade humana. Eu estava lendo os textos dela e me identifiquei com esse, que é bem um tipo de amor que desejo encontrar um dia, mas enquanto isso fico com minhas paixões literárias, hahaha. 
Vamos logo ler e refletir, um bom exercício para o cérebro!


Eu, modo de usar:

Pode invadir ou chegar com delicadeza, mas não tão devagar que me faça dormir. Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar. Acordo pela manhã com ótimo humor mas… permita que eu escove os dentes primeiro. Toque muito em mim, principalmente nos cabelos e minta sobre minha nocauteante beleza.
Tenho vida própria, me faça sentir saudades, conte algumas coisas que me façam rir, mas não conte piadas e nem seja preconceituoso, não perca tempo, cultivando este tipo de herança de seus pais. Viaje antes de me conhecer, sofra antes de mim para reconhecer-me um porto, um albergue da juventude. Eu saio em conta, você não gastará muito comigo. Acredite nas verdades que digo e também nas mentiras, elas serão raras e sempre por uma boa causa. Respeite meu choro, me deixe sozinha, só volte quando eu chamar e, não me obedeça sempre que eu também gosto de ser contrariada. (Então fique comigo quando eu chorar, combinado?).
Seja mais forte que eu e menos altruísta! Não se vista tão bem… gosto de camisa para fora da calça, gosto de braços, gosto de pernas e muito de pescoço. Reverenciarei tudo em você que estiver a meu gosto: boca, cabelos, os pelos do peito e um joelho esfolado, você tem que se esfolar às vezes, mesmo na sua idade. Leia, escolha seus próprios livros, releia-os. Odeie a vida doméstica e os agitos noturnos. Seja um pouco caseiro e um pouco da vida, não de boate que isto é coisa de gente triste. Não seja escravo da televisão, nem xiita contra. Nem escravo meu, nem filho meu, nem meu pai. Escolha um papel para você que ainda não tenha sido preenchido e o invente muitas vezes.
Me enlouqueça uma vez por mês mas, me faça uma louca boa, uma louca que ache graça em tudo que rime com louca: loba, boba, rouca, boca… Goste de música e de sexo. Goste de um esporte não muito banal. Não invente de querer muitos filhos, me carregar pra a missa, apresentar sua família… isso a gente vê depois… se calhar… deixa eu dirigir o seu carro, que você adora. Quero ver você nervoso, inquieto, olhe para outras mulheres, tenha amigos e digam muitas bobagens juntos. Não me conte seus segredos… me faça massagem nas costas. Não fume, beba, chore, eleja algumas contravenções. Me rapte! Se nada disso funcionar… experimente me amar! - Martha Medeiros








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